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O Conselho Nacional Antidrogas tem por finalidade aprovar a Política Nacional Antidrogas; exercer orientação normativa, inclusive referente aos compromissos internacionais do Brasil, sobre as atividades de repressão do uso indevido, do tráfico ilícito e da produção não autorizada de substâncias entorpecentes e drogas que causem dependência física ou psíquica, e de prevenção do uso indevido desses mesmos produtos, bem como aquelas relacionadas com o tratamento, recuperação e reinserção social de dependentes; acompanhar e avaliar a gestão dos recursos do Fundo Nacional Antidrogas - Funad; acompanhar e avaliar o desempenho dos planos e programas da Política Nacional Antidrogas e integrar ao Sistema Nacional Antidrogas os órgãos congêneres dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. As ações antidrogas vêm sendo executadas no Programa Nacional Antidrogas, que tem como objetivo "prevenir o uso indevido de substâncias que causem dependência física ou psíquica e promover o tratamento, a recuperação e a reinserção social de indivíduos com transtornos decorrentes do uso dessas drogas".
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Quando da implementação do Programa Nacional Antidrogas, foi estabelecido como seu indicador de resultados a Taxa de Dependentes do Uso de Entorpecentes. Na ocasião, foi indicado como índice inicial, baseado em pesquisa realizada em 1998, uma taxa de 10% da população brasileira, e a meta a ser atingida ao final do PPA foi estabelecida em 8% da população brasileira, dependentes do uso de entorpecentes.
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Considerando-se os dados da pesquisa realizada em âmbito nacional pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas Departamento de Psicobiologia - Cebrid da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp e levando-se em conta o indicador único inicialmente proposto para o Programa Nacional Antidrogas, verificou-se a necessidade de um reestudo da forma de avaliar o Programa, pois constatou-se a impossibilidade de mensuração do problema e da sua evolução por meio de um percentual único de usuários ou dependentes do uso de drogas.
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As ações do Programa Nacional Antidrogas foram concebidas a partir das diretrizes da Política Nacional Antidrogas e tiveram como objetivo predominante informar a população e mobilizá-la para a redução da demanda de drogas.
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Nesse sentido, foram realizadas ações de:
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apoio a Conselhos Municipais Antidrogas; |
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pesquisa e desenvolvimento nas áreas de prevenção, epidemiologia e tratamento de usuários de drogas; |
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tratamento e reinserção social de dependentes químicos; |
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- campanhas de prevenção ao uso indevido de drogas; e
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capacitação de agentes multiplicadores na área de ações antidrogas. |
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Além das ações voltadas à prevenção do usuário de drogas, também foram realizadas ações de apoio ao controle de produção, transporte e comercialização de precursores químicos e ações de regularização do contencioso de bens apreendidos de narcotraficantes, com vistas à capitalização do Fundo Nacional Antidrogas.
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No período de 1998 a 2002, o Governo adotou postura clara no sentido da redução da demanda e da oferta de drogas no Brasil, adotando uma série de medidas que alteraram a tradicional abordagem com a qual o País vinha conduzindo o assunto.
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A Medida Provisória nº 1.669 de junho de 1998, promoveu a reestruturação do Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão - que passou a se denominar Sistema Nacional Antidrogas - e transformou o Conselho Federal de Entorpecentes, vinculado ao Ministério da Justiça, em Conselho Nacional Antidrogas, presidido pela Casa Militar da Presidência da República. Ao transferir para a Presidência a coordenação do Sistema, o Governo deu provas inequívocas da prioridade do tema dentro de sua agenda política.
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Além disso, nesse mesmo instrumento legal, foi instituída a Secretaria Nacional Antidrogas para exercer a função de Secretaria-Executiva do Conselho Nacional Antidrogas, objetivando conferir maior organização e efetividade à ação antidrogas.
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As transformações revitalizaram a estrutura do Sistema Nacional Antidrogas, possibilitando a melhor atuação na prevenção do uso indevido de drogas e no tratamento, na recuperação e na reinserção social de dependentes químicos, assim como na repressão do uso indevido, na repressão ao tráfico ilícito, à produção não autorizada de drogas e ao combate à lavagem de dinheiro.
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Visando estabelecer as linhas mestras para a elaboração de uma Política Nacional Antidrogas que pudesse nortear a ação integrada do Sistema, a Secretaria Nacional Antidrogas - Senad, no cumprimento de suas atribuições, realizou o I Fórum Nacional Antidrogas (27 e 28 de novembro de 2000), promovendo amplo debate com a sociedade brasileira e sua comunidade científica.
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Em dezembro de 2000, nova regulamentação do Sistema Nacional Antidrogas - Sisnad concedeu ênfase especial à prevenção do uso indevido de drogas e ao tratamento de dependentes químicos, designando a Secretaria Nacional Antidrogas - Senad como órgão executivo das atividades de redução da demanda de drogas no País.
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A partir de então, a Secretaria Nacional Antidrogas, na qualidade de coordenadora das ações nacionais de redução da demanda, empreendeu diversos programas, projetos e atividades visando mobilizar os agentes dos setores público e privado e a sociedade civil para a implementação conjunta e coordenada de ações antidrogas de prevenção e tratamento.
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Como primeira e importante realização, a Secretaria Nacional Antidrogas coordenou o trabalho de uma comissão técnica, constituída por membros da comunidade científica, do setor público e da sociedade civil que, com base nas propostas oriundas do I Fórum Nacional Antidrogas, apresentou sugestões para o texto da Política Nacional Antidrogas. Ao final, consolidando as contribuições recebidas com as propostas do Ministério da Justiça, relacionadas à redução da oferta de drogas, elaborou minuta final do documento, que foi sancionada pelo Presidente da República em 11 de dezembro de 2000.
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O lançamento da Política representou um importante marco para o Sistema Nacional Antidrogas - Sisnad, oficializando a determinação governamental de conduzir o País para uma realidade livre da ameaça das drogas. A observância do processo participativo garantiu legitimidade à Política Nacional Antidrogas, visto que os cidadãos brasileiros tiveram a oportunidade de participar, na qualidade de parceiros, da definição de seu conteúdo, materializando o princípio da "responsabilidade compartilhada".
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A Política Nacional Antidrogas - PNAD estabeleceu os fundamentos, os objetivos, as diretrizes e as estratégias para a ação antidrogas - definições indispensáveis para que os esforços de redução da demanda e da oferta de drogas pudessem ser conduzidos de forma planejada e articulada, viabilizando a sinergia entre os diversos agentes nacionais. Do seu conteúdo, merecem ser destacados alguns fundamentos, pela importância e rebatimento na atuação das estruturas do Sistema Nacional Antidrogas - Sisnad.
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Em primeiro lugar, a Política considerou como princípio básico o compartilhamento de responsabilidades entre Governo, setor produtivo e sociedade civil, no pressuposto de que o êxito no combate às drogas depende da conscientização das forças nacionais para a gravidade do problema e sua mobilização para a atuação conjunta.
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Outro ponto a ressaltar é a opção da Política pela vertente da municipalização, como estratégia adequada para garantir a necessária capilaridade do Sisnad dentro do território nacional. A municipalização permite que a mensagem antidrogas possa chegar até o cidadão, exortando-o a participar, direta e objetivamente, da preparação de suas comunidades e/ou municípios para o exercício da opção individual e coletiva de dizer "não" às drogas.
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Em sua Política Nacional Antidrogas - PNAD, o Brasil assumiu postura inovadora ao adotar a prevenção primária como orientação fundamental para o combate às drogas no País, considerando-a como única forma de atingir o mal pela raiz. Essa abordagem valoriza a importância do investimento na educação do cidadão brasileiro, especialmente o jovem, para a busca de uma vida saudável, longe da difícil realidade gerada pelo uso de drogas.
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Além disso, a Política Nacional Antidrogas reconhece a diferença entre o usuário ou dependente e o traficante de drogas, admitindo que a dependência, antes de se configurar crime, deve ser considerada uma doença, precisando receber tratamento adequado.
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No período de 11 a 13 de dezembro de 2001, a Senad promoveu, em Brasília-DF, o II Fórum Nacional Antidrogas. O evento teve como objetivos divulgar a Política Nacional Antidrogas à sociedade brasileira e promover o debate sobre as melhores formas para a sua implementação.
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Das discussões entre os representantes dos setores público, privado e da sociedade resultou a elaboração de uma série de recomendações, muitas delas incorporadas ao planejamento estratégico da Secretaria para o período de 2002 a 2006.
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Importante realização da Senad, no ano de 2002, foi a articulação com o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas - Cebrid que resultou na realização do I Levantamento Nacional Domiciliar sobre Drogas Psicotrópicas, aplicado no período de janeiro a julho de 2002. O levantamento disponibilizou, pela primeira vez no Brasil, dados nacionais atualizados sobre o consumo de drogas lícitas e ilícitas no País.
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Merece destaque o lançamento oficial, em junho de 2002, do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas - OBID, fruto de um processo de integração de políticas públicas entre a Senad, o Ministério da Saúde, que financiou o projeto, e a Universidade Federal de Santa Catarina, que o executou.
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O Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas - OBID se constitui no sistema de informações do Sisnad, responsável por centralizar todas as informações sobre drogas no País. Gerido pela Secretaria Nacional Antidrogas, o OBID cumpre o importante papel de rede de dados epidemiológicos sobre drogas, acessível a toda a sociedade brasileira e à comunidade internacional, permitindo o intercâmbio com instituições e organizações multinacionais similares. É uma ferramenta indispensável para o acompanhamento e avaliação da implementação da Política Nacional Antidrogas, permitindo a interação ágil e segura entre as estruturas do Sisnad.
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Na área de regularização do contencioso e gestão do Fundo Nacional Antidrogas, foram levadas a efeito várias ações que apresentaram os seguintes resultados:
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doação, cessão ou indicação para custódia de 460 veículos e 12 aeronaves a entidades públicas e privadas, sem fins lucrativos e órgãos da Administração Pública, para uso nas atividades antidrogas; |
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realização de 84 leilões para venda de bens apreendidos de narcotraficantes; e |
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realização de receitas para o Fundo Nacional Antidrogas, num total de R$ 31.262.098,99 |
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Das ações de fiscalização e do controle de produtos químicos, realizadas pelo Departamento de Polícia Federal, com apoio da Senad, em cumprimento às Leis 10.357/2001 e 9.017/95 (esta última já revogada), podemos apresentar os seguintes dados:
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| EMPRESAS
FISCALIZADAS |
MULTAS
ARRECADADAS |
| Ano
de 2000 |
R$
153.216,00 |
| Ano
de 2001 |
R$
266.532,00 |
| Ano
de 2002 |
R$
145.661,00 |
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Finalmente, a Secretaria Nacional Antidrogas, em colaboração com os órgãos congêneres da Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai, iniciou, em junho de 2002, projeto-piloto de cooperação internacional de redução da demanda de drogas envolvendo pares de municípios fronteiriços.
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O principal objetivo deste projeto é a mobilização e integração da sociedade nesses pares de municípios, conscientizando-os de sua força para educar, informar e capacitar seus cidadãos para a ação eficaz da redução da demanda de drogas, fortalecendo a todos para o enfrentamento dos problemas relacionados com a questão das drogas. Tal projeto, aprovado por unanimidade em sessão plenária da Comissão Interamericana para o Controle do Abuso de Drogas - Cicad, da Organização dos Estados Americanos, patrocinado por aquele órgão, certamente irá contribuir para conferir maior visibilidade internacional ao Brasil.
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A avaliação dos resultados do Programa, com base no seu indicador, ficou prejudicada pelo fato de não se ter, quando da definição das metas, a exata realidade do uso de drogas e outros aspectos dessa questão. Uma pesquisa levada a efeito em 2001/2002 apresentou índices bem diferentes dos estabelecidos para o indicador do Programa.
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Em função da inexistência de um indicador eficaz para medir os resultados do Programa ficou prejudicada a avaliação dos impactos produzidos sobre o público-alvo.
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Com a finalidade de se conhecer o panorama do uso de drogas no Brasil, foi encomendada uma pesquisa nacional com o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas - Cebrid, Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp.
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A pesquisa se constituiu no I Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil: estudo envolvendo as 107 Maiores Cidades do País, que teve início em 2001 e foi concluída em 2002.
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O objetivo principal da pesquisa domiciliar de caráter nacional sobre o consumo de drogas foi estimar, pela primeira vez no País, a ocorrência do uso de álcool, tabaco, outras drogas, além do uso não médico de medicamentos psicotrópicos e de esteróides anabolizantes. Este estudo foi feito em 107 cidades brasileiras, nas quais a população é superior aos 200.000 habitantes, segundo dados do IBGE de 1996 (os dados disponíveis no momento da elaboração da amostragem).
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Outros objetivos
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percepção da população sobre: |
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facilidades em se conseguir drogas; |
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tráfico de drogas; |
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pessoas sob efeito de álcool/drogas; |
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riscos graves de se usar certas drogas; |
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verificar quantas pessoas se submeteram a tratamentos pelo uso de álcool/drogas; e |
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complicações decorrentes do abuso de álcool/drogas. |
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Finalidades do estudo
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Disponibilizar dados para se conhecer a realidade do uso de drogas e outros aspectos dessa questão, para a implantação de programas preventivos adequados à nossa realidade.
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Do levantamento efetuado, chegou-se aos seguintes resultados:
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Constatou-se ainda que:
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19,4% da população pesquisada já fez uso de drogas, exceto tabaco e álcool, correspondendo a uma população de 9.109.000 pessoas. |
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A estimativa de dependentes de álcool foi de 11,2% e de tabaco 9,0%, o que corresponde a populações de 5.283.000 e 4.214.000 pessoas, respectivamente. |
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O uso de maconha aparece em primeiro lugar entre as drogas ilícitas, com 6,9% dos entrevistados. |
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A segunda droga com maior uso (exceto tabaco e álcool) foram os solventes (5,8%). |
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Surpreendeu o uso de orexígenos (medicamentos utilizados para estimular o apetite), com 4,3%. Vale lembrar que não há controle para a venda desse tipo de medicamento. |
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Entre os medicamentos usados sem receita médica, os benzodiazepínicos (ansiolíticos) atingiram o percentual de 3,3%. |
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O uso de heroína, no Brasil, foi de 0,1%. |
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A região Sul apresentou as mais altas porcentagens de dependentes de tabaco (12,8%) e de maconha (1,6%). O uso de maconha (8,4%) e cocaína (3,6%) foram as mais altas porcentagens registradas, quando se comparam as cinco regiões brasileiras.
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Curiosamente, não houve relatos de uso de heroína na região Sudeste e a estimativa de dependentes de tabaco foi a mais baixa do País (8,4%).
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Na região Centro-Oeste, o uso de opiáceos foi o maior e expressivo, sendo que 4,2% das pessoas residentes naquelas cidades com mais de 200 mil habitantes fizeram uso dessas substâncias com fins de abuso. Exemplos desses opiáceos citados são os analgésicos opiáceos: Dolantina, Demerol, Algafan, Tylex e morfina.
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O Nordeste foi a região que apresentou maior índice de uso de alguma droga (exceto tabaco e álcool), atingindo 1/3 daquela população. Foi também onde apareceram os maiores índices de uso de orexígenos (11,2%) e solventes (9,7%).
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Na região Norte, o uso de merla foi o maior registrado com 1,0% de usuários e a estimativa de dependentes de álcool foi uma das maiores do Brasil (16,3%). No Norte, juntamente com a região Nordeste, o uso de heroína foi o mais alto observado, com 0,2%, embora a precisão dessa prevalência seja baixa.
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Os resultados mostram que as drogas lícitas são, de longe, as que mostram as maiores porcentagens, tanto de uso quanto para a questão da dependência. Quando os nossos resultados são comparados aos de outros países, o Brasil está abaixo dos demais.
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O Brasil, por possuir dimensões continentais, apresenta diferentes características regionais. Este fato mostra que as campanhas preventivas devem respeitar particularidades, quando se pretende realizar uma prevenção mais eficaz.
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O uso indevido de drogas interfere em praticamente todos os parâmetros associados à violência, intensificando sua expressão. É senso comum que o uso indevido de drogas, lícitas ou ilícitas, não atinge apenas o indivíduo usuário, mas também sua família, o bairro onde reside, sua cidade, tendo como resultado potencializado o prejuízo à nação.
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Conforme as informações apresentadas acima, mostra-se de fundamental importância a participação da Senad em programas sociais de prevenção à violência, com ações que sejam desenvolvidas para prevenir o uso indevido de drogas e, ao mesmo tempo, buscar a recuperação e reintegração à sociedade dos indivíduos que já apresentam quadros de abuso ou dependência.
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Todos os produtos desenvolvidos ou não com recursos orçamentários são obtidos com a implementação das ações previstas, quais sejam:
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Apoio à Fiscalização e Controle de Empresas de Produção, Transporte e Comércio de Precursores Químicos; |
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Capacitação de Agentes Multiplicadores na Área de Ações Antidrogas; |
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Campanha de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas; |
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Regularização do Contencioso de Bens e Valores na Área de Combate às Drogas; |
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Tratamento e Reinserção Social de Dependentes Químicos; |
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Apoio a Centros de Referência Antidrogas; |
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Pesquisa e Desenvolvimento nas Áreas de Prevenção, Epidemiologia do Uso de Drogas e Tratamento de Usuários de Drogas; e |
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Apoio a Conselhos Municipais Antidrogas. |
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Quanto aos aspectos da estratégia de implementação que mais contribuíram para a obtenção dos resultados, a Senad adotou as seguintes linhas de ação:
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dar continuidade e agilizar o processo de municipalização, por meio da criação dos Conselhos Municipais Antidrogas - Comad; |
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desenvolver ações de prevenção do uso indevido de drogas dirigidas à população; |
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estimular a implementação de atividades dirigidas à redução da demanda de drogas e substâncias que causem dependência física e/ou psíquica; |
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incentivar e apoiar a capacitação de multiplicadores de ações de prevenção; |
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articular a integração das ações dirigidas ou voltadas para a redução da demanda de drogas que causem dependência física e/ou psíquica; |
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incentivar a capacitação de profissionais de saúde para a assistência (tratamento, recuperação e reinserção social) a indivíduos com transtornos decorrentes do uso de drogas que causem dependência física e/ou psíquica; |
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desenvolver rede operativa de instituições assistenciais a indivíduos com transtornos decorrentes do uso indevido de drogas que causem dependência física ou psíquica; |
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otimizar a capitalização do Fundo Nacional Antidrogas; |
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dar continuidade ao desenvolvimento do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas; |
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firmar parcerias com organismos nacionais e internacionais para o desenvolvimento de ações antidrogas; |
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estabelecer atividades de redução da demanda de drogas consoante com outros países e organismos internacionais; e |
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adequar a infra-estrutura da Senad. |
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Confrontando o PPA 2000-2003 previsto inicialmente, no que se refere à execução financeira, incluindo-se a previsão para 2003, constatamos uma evolução de R$ 29.272.902,00 previsto inicialmente para um total de R$ 35.317.274,00 ao final do PPA, em 2003.
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Embora se perceba que houve um acréscimo nas disponibilidades de recursos com relação ao inicialmente previsto no PPA, convém ressaltar que esse acréscimo ocorreu para as ações relativas à fiscalização e controle de empresas de produção, transporte e comércio de precursores químicos.
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Os resultados relevantes obtidos nas áreas de prevenção, pesquisa, tratamento e estruturação da Senad e do Sisnad foram obtidos graças a uma política de trabalho em parceria com outros ministérios e instituições públicas e privadas, que, sob orientação da Senad, se dispuseram a financiar vários projetos de grande interesse para a causa antidrogas.
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Uma iniciativa de relevância, adotada pela Senad, foi a implementação do Programa de Parcerias Estratégicas, com o objetivo de garantir o apoio de organizações privadas e não-governamentais ao fortalecimento do Sistema Nacional Antidrogas, em seus três níveis - federal, estadual e municipal, contribuindo para a municipalização das ações de prevenção contra as drogas no Brasil. Em abril de 2002, foi assinado protocolo de intenções coletivo entre a Senad e a Associação Brasileira de Municípios; a Federação Espírita Brasileira; a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil; a Maçonaria; o Rotary Internacional; a Associação Internacional Lions Clubes; a Confederação Nacional da Indústria; a Confederação Nacional do Comércio; a Confederação Nacional do Transporte; a Confederação das Associações Comerciais do Brasil; o Serviço Social da Indústria; o Serviço Social do Comércio; o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - todas elas instituições de abrangência nacional e com estruturas nos estados e municípios. De imediato, o efeito multiplicador se processou e novos protocolos coletivos no nível dos conselhos estaduais e municipais antidrogas foram assinados, aumentando significativamente o ritmo e a abrangência da mobilização em prol da redução da demanda de drogas.
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A Secretaria Nacional Antidrogas criou, também, mecanismos de articulação e integração com os conselhos estaduais antidrogas/entorpecentes, visando garantir a atuação conjunta com a Senad e a sinergia nas suas atuações. O primeiro desses mecanismos foi a instituição da sistemática de realização de encontros quadrimestrais com os presidentes e representantes desses conselhos, com vistas à promoção do debate, à atualização das orientações estratégicas do Sisnad, à troca de experiências e ao planejamento da ação antidrogas em todo o território nacional. No período de junho de 2001 a julho de 2002, foram realizados três encontros nacionais. O outro mecanismo, instituído de forma complementar, foi a implantação de uma rede integrada, no ambiente Web, objetivando garantir a comunicação on-line, ágil e segura entre a Senad e os conselhos. Por meio dessa rede, a Senad repassa e recebe informações diárias, semanais e mensais sobre o desempenho dos conselhos e o impacto de sua atuação no seu respectivo estado.
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No campo da formação de multiplicadores em prevenção do uso indevido de drogas e no tratamento de dependentes químicos, a Senad desenvolveu dois cursos a distância, implementados no ano de 2002. O Curso de Formação de Multiplicadores de Informações Preventivas Sobre Drogas, conduzido em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, disponibilizou 3 mil vagas para representantes da sociedade brasileira e objetivou informar e capacitar o cidadão para a melhor compreensão das questões envolvidas no uso indevido de drogas. Ainda neste ano de 2002, o curso será relançado, atendendo a mais de 3 mil bolsistas. O Curso de Aspectos Básicos do Tratamento das Dependências Químicas, conduzido pelo Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas - GREA, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, contemplou 750 vagas e objetivou capacitar profissionais que atuam nas Unidades Básicas de Saúde, comunidades terapêuticas, centros terapêuticos e de tratamento.
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Ambos os cursos foram desenvolvidos com base em moderna tecnologia de ensino a distância, utilizando a internet como veículo e disponibilizando call center para atendimento ao aluno. O uso desses recursos possibilitaram atingir uma gama variada de pessoas, distribuídas pelo território nacional, garantindo capilaridade à mensagem antidrogas.
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Encontra-se em fase de implantação, pela Senad, um Curso a distância de Homogeneização de Conhecimento dos Conselhos Estaduais Antidrogas/Entorpecentes, conduzido pela Universidade Federal de Santa Catarina. O curso objetiva capacitar 1.500 conselheiros estaduais e municipais antidrogas, preparando-os para a sua missão de estimular, orientar, capacitar, acompanhar e avaliar a ação antidrogas nos estados e municípios sob sua jurisdição, viabilizando o Sistema Nacional Antidrogas.
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No campo do tratamento de dependentes químicos, merece ser ressaltada a articulação realizada com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, visando desenvolver normas mínimas de funcionamento de instituições que atuam na referida área. As discussões com a Anvisa iniciaram-se em 1998 e culminaram com a publicação da Resolução RDC nº 101, de 30 de maio de 2001, por meio da qual instituiu-se a obrigatoriedade de que os serviços responsáveis pelo atendimento a dependentes de substâncias psicoativas (álcool e outras drogas) passem a obedecer critérios mínimos para funcionar.
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Também os Centros de Excelência foram objeto de estudo com vistas ao estabelecimento de novos critérios para sua classificação, considerando os aspectos relativos à estrutura, nível de desempenho, área de atuação, dentre outros. Para isso, a Senad realizou consulta pública, em nível nacional, cujas sugestões foram aproveitadas por comissão de profissionais nomeada para a proposta final quanto aos novos critérios, os quais foram aprovados pelo Conselho Nacional Antidrogas em sua reunião ordinária de junho de 2002.
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Por meio do mecanismo de subvenções sociais, a Secretaria Nacional Antidrogas prestou apoio financeiro a projetos de pesquisa, prevenção e tratamento, desenvolvidos por organizações privadas ou da sociedade civil, favorecendo, no período de 2000 a 2002, 94 instituições, no valor total de R$ 5.560.554,20, oriundos do Fundo Nacional Antidrogas - Funad.
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Com vistas ao esclarecimento da população sobre as características das substâncias químicas e os efeitos perniciosos de seu uso indevido, a Senad, com a colaboração de renomados brasileiros especialistas, elaborou e publicou uma série de materiais técnicos, de primeira qualidade, disponibilizando-os à sociedade brasileira.
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Ainda no campo da informação, a Senad desenvolve, desde outubro de 1999, Serviço de Atendimento ao Cidadão, utilizando uma central telefônica (Serviço 0800 614321) que permite à população brasileira, por meio de ligação gratuita, receber informações sobre drogas e sobre o Sistema Nacional Antidrogas.
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Atuaram também, como parceiros importantes, o Ministério da Saúde, o Ministério da Educação, o Banco do Brasil, a Petrobrás, a Caixa Econômica Federal, a Comissão Interamericana para o Controle do Abuso de Drogas - Cicad a Embaixada dos Estados Unidos da América no Brasil, estes financiando ações de interesse para a redução da demanda de drogas.
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Nas iniciativas levadas a efeito em parceria foram encontradas dificuldades na execução financeira, tendo em vista a rigidez das regras orçamentárias que não permitem a imediata incorporação e execução de recursos disponibilizados por parceiros. Por este motivo, alguns recursos deixaram de ser aproveitados.
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O estabelecimento de um mecanismo permanente de participação da sociedade no programa de redução da demanda de drogas no País é representado pelo Sistema Nacional Antidrogas - Sisnad, que tem na sua base os conselhos municipais antidrogas, que visam garantir a capilaridade dentro do território nacional.
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