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Atendimento de duas mil empresas exportadoras pelo Programa de Geração de Negócios Internacionais - PGNI do Banco do Brasil, o que representou um aumento de 45% em relação ao ano anterior e uma superação da meta prevista no PPA. |
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Incremento de 100% dos financiamentos do BNDES para o estímulo às exportações de aves, suínos e carne bovina, passando de R$ 213 milhões em 2000 para R$ 421 milhões em 2001. |
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Realização de 4.930 operações pelo Proex, modalidade equalização, apoiando exportações da ordem de US$ 8,2 bilhões, com um aumento de 5% em relação a 2000. |
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Realização de 959 operações pelo Proex, modalidade financiamento, apoiando exportações num total de US$ 464,3 milhões em 2001, com crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Do total de empresas beneficiadas, 64% são de pequeno e médio porte. |
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As exportações brasileiras cresceram 5,7% em 2001 e o Brasil teve o primeiro saldo anual positivo na Balança Comercial desde a implantação do Plano Real. O volume de exportações atingiu US$ 58,2 bilhões, particularmente surpreendente se considerarmos o cenário de retração mundial, agravado pelos incidentes de 11 de setembro e a aguda crise política e econômica da Argentina.
Deve-se destacar, no desempenho recente de nossas exportações, a desconcentração de mercados. Em 2001, nossas exportações apresentaram grande crescimento em mercados estratégicos como Rússia, China e México. As exportações para a Rússia cresceram 160,8% em relação a 2000.
O Programa de Financiamento as Exportações tem alcançado seu objetivo de oferecer condições para que o exportador brasileiro possa negociar seu produto no mercado internacional com pagamentos diferidos, suprindo deficiências do mercado brasileiro de crédito, em especial as diferenças entre as taxas de juros do mercado nacional e as que prevalecem no mercado internacional. Além do êxito do programa, o alcance do índice de 1,2% no indicador "participação das exportações brasileiras no comércio internacional", no final do PPA, depende também do cenário econômico brasileiro e internacional.
As ações descentralizadas conferem ganhos de escala às operações do programa, embora sejam de mais difícil coordenação. Mesmo as ações que não atingiram suas metas cresceram em relação ao ano anterior. O Proex Financiamento cresceu 15% e o Proex Equalização, 5%. A crise na Argentina e o acirramento da recessão mundial a partir de setembro inviabilizaram o alcance das metas dessas ações.
O mercado privado para crédito de longo e médio prazo no financiamento às exportações ainda é muito limitado. Os bancos privados atuam mais no mercado de curto prazo por meio de Adiantamentos de Contrato de Câmbio - ACC e de Adiantamentos sobre cambiais entregues - ACE. No que tange ao financiamento a pequenas e médias empresas exportadoras, o problema é ainda mais grave, pois estas empresas carecem de garantias que possam ser oferecidas. Para incentivar os bancos privados a atuarem neste segmento, o BNDES decidiu atrelar o limite de crédito concedido aos agentes financeiros repassadores aos desembolsos realizados por eles às micro, pequenas e médias empresas. No "Programa de Milhagem" do BNDES, para cada US$ 1 milhão em financiamento às micro empresas , pequenas e médias, o agente financeiro receberia um adicional de recursos (em torno de 10 a 30% a depender da região) para livre aplicação no mesmo segmento.
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É importante para a boa gestão do programa que as demais unidades que executem ações a ele vinculadas prestem informações tempestivas e de boa qualidade, de forma a que se tenham dados atualizados pelo menos mensalmente. É conveniente que se desenvolva um sistema formal de consulta ao públicoalvo - empresas exportadoras ou com potencial exportador - para que a gestão do programa seja melhorada.
Deve-se atentar para as ações cujas metas físicas são expressas em dólares americanos, tendo em conta o impacto causado nessas metas em função das variações cambiais.
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