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Realizadas vistorias em projetos de reflorestamento, com recursos da reposição florestal, atingindo 18.000 hectares. |
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Apoiados 20.887 projetos de reflorestamento, contra uma meta inicial de 3.672. |
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Na assistência técnica a pequenos produtores rurais, 79% da meta planejada foi alcançada, atendendo a 2.800 produtores. |
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Apoiados 5.036 produtores rurais e implantados 4794 ha de florestas em 293 municípios, em conjunto com o Governo do Estado de Santa Catarina. |
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No tocante à pesquisa e desenvolvimento, foi alcançada 71,4% da meta prevista, na implantação de 25 projetos, compostos de 101 linhas de pesquisas. |
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Nas ações voltadas ao ordenamento e manejo de florestas nativas, foram realizados estudos de identificação de áreas prioritárias para a criação de novas Florestas Nacionais - Flonas, sendo 5 novas unidades na região Norte, ampliando a área existente de 15,2 milhões de hectares para 16,7 milhões. |
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No tocante às metas de reflorestamento e recuperação de áreas alteradas, o programa permitiu incorporar no processo de produção os pequenos produtores, criando o sistema de atividades agroflorestais a categoria de fazendeiros florestais.
Do ponto de vista do objetivo geral, estudos realizados permitiram o mapeamento das áreas de maior potencial florestal e deram indicação de pontos críticos que necessitam de reformulação dos instrumentos normativos e de fomento à atividade. Os resultados físicos, todavia, são ainda incipientes porque nos estudos realizados verifica-se a existência de déficit de matéria prima florestal, a partir de meados dessa década. Por outro lado, o processo de implantação de florestas, demanda tempo e difusão de tecnologia, principalmente nas escalas de produção da pequena propriedade.
As áreas públicas de produção são também insuficientes, necessitando de ampliação e normatização dos instrumentos para a concessão de uso. As áreas de Flonas da Amazônia Legal, por exemplo, representam apenas 1,6% do seu território. Essa área seria suficiente para abastecer, de forma manejada, somente 11% do consumo de madeira em tora na região. Para suprir a demanda atual do setor madeireiro, seria necessário que essas áreas totalizassem 14% da região Amazônica.
De modo geral o conjunto de metas do Programa Florestar foi realizado com relativo sucesso no decorrer do ano. Do macrozoneamento aos estudos de identificação de áreas prioritárias para a criação de Florestas Nacionais, o programa iniciou um processo de sedimentação do conhecimento e disseminação da informação. A tônica tem sido a de valorizar o uso dos recursos florestais, combinando variáveis econômicas, sociais e ecológicas, de modo a permitir que a atividade seja atrativa e promotora de renda e geração de emprego.
O quadro atual de servidores é insuficiente para a gestão do programa. A implementação das ações tem sido possível, através de acordos com organismos internacionais, parcerias com os estados e a contratação eventual de consultores.
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Dada à abrangência nacional do programa e considerando a necessidade de ampliar a área de atuação em outros biomas, constata-se que as ações atuais não são suficientes - principalmente no que se refere ao ordenamento e manejo de florestas.
A categoria de sistema agroflorestal necessita de mais recursos para uma ampla divulgação e ações de natureza demonstrativas visando formar a consciência do produtor em práticas de desenvolvimento sustentável.
Alteração dos produtos e unidades de medida de algumas ações, para melhor adequá-las à realidade do que vem sendo executado pelo programa.
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