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Desenvolvimento de quatro novas cultivares de algodão, com alta produtividade (até 38% superior às cultivares tradicionais), adaptadas às condições do cerrado e aliadas a novas pesquisas relacionadas a manejo cultural e manejo integrado de pragas, bem como a campanhas de difusão da tecnologia. |
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Elevação do índice de rendimento de fibras, passando de 34% para 38% (média nacional) superando os índices de rendimento internacionais, que se situam na faixa de 35%. |
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Definição de novos sistemas de produção de sisal, por meio de consórcios do sisal com outras culturas tradicionais nas regiões do Cariri e Curimataú paraibano, visando reduzir a dependência dos produtores da região. |
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Manejo do controle do Bicudo do Algodoeiro, via método etológico, onde se verificou que o "tubo mata bicudo" foi efetivo no controle deste inseto e foi importante no Manejo Integrado de Pragas (MIP), devendo ser instalado na entrada do campo, no momento da semeadura. |
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Iniciados os trabalhos de caracterização de áreas livres do bicudo do algodoeiro, notadamente no Estado de Mato Grosso, com vistas à exportação de algodão para a Colômbia. |
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A produtividade média nacional do algodão em caroço atingiu 2.750 kg/ha em 2001, superando o indicador previsto para 2003, que é de 2.700 kg/ha. Para os anos seguintes espera-se a manutenção dos índices já alcançados bem como intensificar investimentos em melhoria da qualidade do produto e elevando o rendimento de fibra. Além disso, deverão ser intensificados esforços na modernização dos mecanismos de prevenção e controle de pragas, no sentido de evitar novos surtos de pragas e caracterização do bicudo do algodoeiro como praga quarentenária A2.
Dentre os resultados obtidos destacam-se o desenvolvimento de quatro novas cultivares adequadas para condições de cerrado e geração de novas tecnologias de manejo de água, de solo e de pragas - além de tecnologias que visam facilitar tratos culturais e colheita. Registra-se, também uma grande vitória da pesquisa tecnológica brasileira na elevação do rendimento de fibras, que passou de 34% para 38%, podendo chegar a 40% em termos de média nacional, o que representa um resultado altamente auspicioso, quando comparado com a média internacional, que se situa na faixa de 35%.
Na área de prevenção e controle de pragas destaca-se o início dos trabalhos de caracterização de áreas livres do bicudo do algodoeiro, notadamente no Estado de Mato Grosso, com vistas à exportação de algodão para a Colômbia. Outra ação relevante é a implantação de câmaras de fumigação a vácuo no Estado de São Paulo, para atender exigências de certificação de países importadores. Os resultados demonstram o acerto na decisão de investir em pesquisas, bem como em mecanismos de prevenção e controle de pragas.
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Focar a atuação do programa para a competitividade no mercado internacional e a redução de custos, principalmente no que diz respeito à utilização de agrotóxicos, dada a sua elevada participação no custo da produção de algodão no Brasil (32%).
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