Avaliação dos ProgramasMacroobjetivos08 - Promover a Modernização da Infra-Estrutura e a Melhoria dos Serviços de Telecomunicações, Energia e TransporteEnergia no Eixo Arco Norte
  

Realização Física e Financeira Indicadores Custos



Entrada em operação da interligação elétrica internacional Brasil-Venezuela, em 20 de agosto de 2001, permitindo a importação da República da Venezuela, para o Estado de Roraima, de até 200 MW.

Conclusão da linha Tartarugalzinho-Amapá, energizada em 8 de dezembro de 2001, com previsão de energização do trecho restante (Amapá-Calçoene) em fevereiro de 2002.

Ampliação da rede de distribuição de energia elétrica urbana de Boa Vista (RR): 971 km de linha de transmissão e 57 MVA de transformadores, superando as metas previstas para 2001.

Implantação do sistema de subtransmissão de Boa Vista (RR): 30,1 km de linha de transmissão em 69 kV e 2 subestações de 69 kV.



A gestão do programa tem procurado a interação constante entre executores e órgãos envolvidos, visando à solução para as eventuais restrições, no menor tempo possível. Todas as ações estão alinhadas para o mesmo objetivo do programa: expansão da rede e maior oferta de energia na região.

Os recursos financeiros foram liberados conforme o orçamento programado. Ressaltamos que o setor privado utiliza recursos próprios e que o fluxo de recursos foi compatível com os programas de obras.

Merece destaque a entrada em operação da interligação elétrica internacional Brasil-Venezuela, 190 km de linha de transmissão em 230 kV, que trará energia firme e confiável para atender a demanda de Roraima nos próximos 20 anos.

A conclusão das linhas de transmissão correspondentes à ação Implantação do sistema de transmissão no Amapá (621 km de linha de transmissão e subestações associadas com 339 MVA), tem permitido levar energia confiável ao extremo norte do Amapá.

Em síntese, podemos afirmar que as ações previstas no programa estão sendo implementadas de acordo com o previsto. Os resultados obtidos até agora apontam para o pleno alcance das metas estabelecidas.




A concepção do programa está adequada a seus propósitos, porém existe a necessidade de algumas melhorias. Há problemas de envolvimento de executor privado e concessionárias estaduais com o Plano Avança Brasil (dificuldade na obtenção de informações). Para melhorar a gestão de informações, deve-se formalizar a necessidade de disponibilização das informações de situação de empreendimentos do setor privado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel, além de intensificar a interação entre os diversos órgãos envolvidos nas ações do programa (Comitê Coordenador do Planejamento da Expansão dos Sistemas Elétricos - CCPE, Secretaria de Energia, Operadora Nacional de Sistema - ONS, Aneel).

Como melhoria na estratégia de implementação, é importante intensificar a interação entre gestores e executores que fazem interface com as ações.

Deve ser avaliada a inclusão no programa das ações "Implantação de sistema de subtransmissão para interiorização da energia de Guri, com 736 km de LT em 69 KV e SE associadas, com 27,2 MVA" e "Implantação do Aproveitamento Hidrelétrico de Santo Antônio, com 100 MW", pelo seu efeito potencializador dos resultados deste eixo.


Energia no Eixo Madeira-Amazonas