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Concluído o estudo para implantação de usina hidrelétrica de Belo Monte, com 11.182 MW. |
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Implantação da usina termelétrica Termonorte (345 MW), em Rondônia, com a entrada em operação comercial da primeira unidade geradora a diesel, com 74 MW, em dezembro de 2001. |
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Implantação do sistema de transmissão Acre-Rondônia, de 1.180 km de linha de transmissão e subestações associadas com 1.077,6 MVA, com 70% já implantados. |
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A gestão do programa tem procurado a interação constante entre executores e órgãos interessados envolvidos, visando à solução para as eventuais restrições, no menor tempo possível.
Todas as ações estão alinhadas para o objetivo do programa: expansão da rede de energia na sua região e ampliação da oferta.
Os recursos financeiros foram liberados conforme o orçamento programado. Ressaltamos que o setor privado utiliza recursos próprios e não utiliza recursos de origem orçamentária, entretanto, o fluxo de recursos foi compatível com os programas de obras.
Merece destaque a conclusão dos estudos de viabilidade da hidrelétrica de Belo Monte, com potencia de 11.182 MW e que deverá ser licitada, no segundo semestre de 2002, pela Agênica Nacional de Energia Elétrica - Aneel. Foram iniciadas a construção da 2ª linha de transmissão Tucuruí - Vila do Conde, e do 3º circuito da Interligação Norte Nordeste - Tucuruí (PA) a Presidente Dutra (MA), com 920 km.
Em síntese, podemos afirmar que as ações previstas no programa estão sendo implementadas de acordo com o previsto. Os resultados obtidos até agora apontam para o pleno alcance das metas estabelecidas.
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A concepção do programa está adequada a seus propósitos, cabendo ressaltar alguns pontos que demandam melhorias. Há dificuldades na obtenção de informações de executores privados e concessionárias estaduais. Para melhorar a gestão de informações, seria necessário formalizar a necessidade de disponibilização das informações de situação de empreendimentos do setor privado pela Aneel. Também é preciso intensificar a interação entre os diversos órgãos envolvidos nas ações de programa (Comitê Coordenador do Planejamento da Expansão dos Sistemas Elétricos - CCPE, Secretaria de Energia, Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e Aneel).
Como melhoria na estratégia de implementação, deve-se intensificar a interação entre gestores e executores que fazem interface com as ações.
As ações correspondentes ao Programa Luz no Campo devem ser excluídas do Eixo de Energia, pois fazem parte daquele programa.
Os índices do indicador "consumo de energia elétrica" precisam ser revistos, tendo em conta a reavaliação das projeções de consumo, diante dos efeitos da crise de energia.
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