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Agregados ao sistema 377 MW em capacidade de geração, 237 km de linhas de transmissão e 100 MVA em capacidade de transformação em subestações. |
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Conclusão da usina hidrelétrica de Manso (MT) de 210 MW. Ressalta-se que as três unidades geradoras de 52,5 MW foram operacionalizadas em 2001, proporcionando acréscimo de 157,5 MW. |
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Conclusão da terceira unidade de 40 MW da UTE William Arjona, em Campo Grande (MS), totalizando 120 MW. Em 2001 a usina começou a operar utilizando gás natural proveniente da Bolívia como combustível. Em outubro de 2001 a Resolução Nº 455 da Agência Nacional de Energia Elétrica - Annel autorizou a implantação de mais duas unidades de 40 MW para a ampliação da usina. Essa ampliação deverá estar totalmente concluída em 2002. |
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Conclusão plena da UTE Cuiabá I com a operacionalização das três turbinas, sendo duas a gás e uma a vapor, totalizando 480 MW. As duas turbinas a gás concluídas nos anos anteriores estavam operando alternadamente utilizando o óleo diesel, até o mês de agosto de 2001. Destaca-se a conclusão do ramal do gasoduto da Bolívia e conseqüente operação da usina utilizando o gás natural como combustível, a partir de setembro de 2001. |
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Conclusão das obras de transmissão, agregando 237 km de linhas de transmissão e 100 MVA em capacidade de transformação em subestações. |
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O ano de 2001 pode ser considerado como atípico no que se refere ao comportamento do consumo de energia elétrica. A crise de oferta de energia teve forte influência no resultado apurado no final do ano. O consumo de energia elétrica e a taxa de atendimento domiciliar nos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentaram resultados inferiores àqueles esperados para o ano de 2001. É pouco provável que as metas de consumo sejam alcançadas no final do programa em 2003, devido à crise de energia elétrica e também pela conscientização da população quanto ao uso racional de energia, tendo como conseqüência mudanças de hábitos dos consumidores. Entretanto, em relação à taxa de atendimento, ainda é viável o cumprimento das metas.
Nos exercícios de 2002 e 2003 espera-se os seguintes resultados:
- conclusão das usinas hidrelétricas de Jauru (110 MW), Itiquira I e II (totalizando 156 MW), Guaporé (120 MW) e Paraíso (21MW);
- conclusão das usinas termelétricas de Três Lagoas (240 MW), Corumbá (90 MW), Campo Grande (247 MW) e ampliação da UTE William Arjona, unidades 4 e 5, totalizando 80 MW;
- conclusão da linha de transmissão Coxipó/Jauru (360 km) e subestação de Jauru (400 MVA);
- início da construção da UHE Salto das Nuvens.
Em relação à satisfação do público-alvo, com base em pesquisa realizada pela Aneel, conclui-se que o público-alvo está satisfeito com o resultado do programa. Os índices de qualidade de fornecimento de energia elétrica , DEC e FEC, nos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul melhoraram em relação ao ano anterior, de acordo com dados da fiscalização efetuada pela Aneel.
Os recursos financeiros foram liberados conforme o orçamento programado. Salientamos que a maioria das ações do programa está sob a responsabilidade de empreendedores privados, que não utilizam os recursos de origem orçamentária.
Para as ações que estão sob a responsabilidade das empresas estatais, os recursos orçamentários da União foram liberados ao longo do exercício em fluxo compatível com a programação.
O cumprimento das metas físicas, até o ano de 2001, situou-se abaixo do previsto em função das restrições de natureza financeira, ambiental e judicial, deparados pelos empreendedores. Determinadas ações contribuirão mais para o resultado do programa, uma vez deverão estar totalmente implementadas dentro do horizonte do PPA 2000-2003.
Em relação à qualidade das informações, podemos considerar que 100% das informações recebidas são confiáveis. Entretanto, em alguns casos as informações não vêm sendo fornecidas em tempo oportuno. Outro fator que contribui para a demora na atualização das informações é a não-interatividade do Sigplan com os sistemas de acompanhamento existentes, utilizados pelos empreendedores.
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Intensificar a interação com os agentes privados, visando melhorar o fluxo de informações.
Realizar reuniões entre os gerentes de programas de energia dos eixos, buscando a troca de experiências para o aperfeiçoamento dos programas e da ação gerencial.
Estabelecer canal de comunicação com as áreas orçamentárias das empresas estatais.
Compatibilizar o PPA com os estudos de organismos setoriais de planejamento tais como Comitê Coordenador do Planejamento de Expansão do Sistemas Elétricos - CCPE, Aneel, Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica - GCE.
Intensificar o envolvimento de Ministérios/Órgãos que fazem interface com as ações.
Estudar alternativas para agilizar obtenção de financiamentos, principalmente no BNDES.
Eventualmente, as metas físicas de algumas ações necessitam de ajustes para adequá-las às demais ações, na medida em que ações de sistemas e linhas de transmissão têm que interagir com as ações de geração térmica ou hidráulica visando otimizar o resultado do programa.
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