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Atendimento às necessidades de transporte dos produtores de soja do oeste da Bahia, contribuindo para a geração e manutenção de empregos na região. |
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Manutenção da operacionalidade da navegação no rio São Francisco até a efetivação do processo transferência da atividade para a iniciativa privada. |
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Minimização do êxodo da população rural para a sede do município de Morada Nova. |
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A ação referente à operação do sistema de transporte fluvial no município de Morada Nova de Minas, de responsabilidade do Ministério da Integração através da Codevasf, apresentou desempenho acima do previsto. A gestão das travessias, efetuada pela prefeitura, está adequadamente estruturada não havendo necessidade de modificação. No entanto, o indicador adotado para acompanhar o desenvolvimento do tráfego, parece não refletir possível incremento anual.
A operação das linhas de navegação do rio São Francisco, a despeito de seu grande potencial para crescimento, apresentou uma movimentação de carga da ordem de 60 mil toneladas. A expectativa, durante o exercício de 2001, de possível transferência da Cia. de Navegação do São Francisco - Franave para o setor privado não se configurou, frustrando a retirada do setor público da operação do transporte na hidrovia.
A consulta ao usuário das travessias de Morada Nova de Minas deveria ocorrer mediante um processo de pesquisa direta, com entrevistas pessoais, ainda que por amostragem. Entretanto, a Gerencia tem obtido informações através da prefeitura que as opera o que pode, por certo, não expressar com exatidão os anseios dos seus usuários. Por outro, a operação das linhas do São Francisco tem praticamente um único usuário que conhece as dificuldades do transporte, não dispondo de uma pesquisa de opinião.
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Para a ação relativa as travessias de Morada Nova de Minas, adotar novo indicador específico que reflita o crescimento do volume de tráfego, pode permitir melhor acompanhamento e avaliação do programa. A transferência da Franave para a iniciativa privada, tendo como principal resultado o aumento na capacidade de movimentação da hidrovia, mediante o ingresso de investimentos, poderia concretizar a intenção do setor publico federal em retirar-se da operação do transporte no rio São Francisco.
Sob o ponto de vista gerencial há necessidade de realização de estudos para definir sistema específico para verificar a satisfação do público-alvo do programa.
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