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Implantação de unidade de
craqueamento catalítico na Refinaria Landulpho Alves
(BA), com capacidade de 10.000 m³ por dia, e na
Refinaria de Capuava (SP), com capacidade de 3.000
m³ por dia. |
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Implantação de sistema de automação industrial. |
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A curva de evolução dos indicadores "fator de utilização de unidades de destilação", "nível de processamento anual", "nível de processamento de petróleo nacional" e "custo operacional unitário médio de refino", ao longo do período de referência, aponta para o alcance das metas estabelecidas, sendo, portanto, coerente avaliar a evolução dos mesmos como "dentro do esperado". Da mesma forma, considerando a curva de crescimento do consumo de derivados, mesmo levando em conta o impacto da abertura de mercado nas operações da empresa, percebem-se alternativas que mantém as atuais perspectivas traçadas no início do Plano Plurianual vigente.
As novas unidades de craqueamento de resíduo da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) e da Refinaria de Capuava (Recap), devidamente estabilizadas, contribuíram decisivamente para a consolidação das metas de produção. Ao mesmo tempo, a ações Manutenção da infra-estrutura do refino e automação aumentaram o nível de confiabilidade das unidades, referendando o crescimento no fator de utilização de destilação.
Entre os resultados esperados até 2003, destacam-se a conclusão das ampliações do craqueamento na Refinaria Gabriel Passos (Regap), das destilações da Refinaria Henrique Lages (Revap), Refinaria de Paulínia (Replan) e Refinaria Landulpho Alves(Rlam), como principais elementos fomentadores dos resultados para o final do atual PPA.
Quanto à satisfação do público-alvo, a pesquisa é bienal, feita por terceiros e, em 2000, indicou índice de satisfação dos clientes de entre 50 e 70%.
O programa, no que se refere às ações, não precisa ser aperfeiçoado, cabendo apenas o acompanhamento e os devidos ajustes gerenciais. O produto de cada uma das ações é claro na medida em que se espera uma instalação com determinado perfil ao seu final. Identifica-se dificuldade em estabelecer claramente a contribuição de cada ação na evolução dos indicadores, ou seja, falta de uma visão mais clara sobre como cada uma das ações contribui para os indicadores. O estabelecimento desta relação é de alta complexidade.
Os recursos disponibilizados na lei orçamentária foram aqueles advindos de projeções e planejamentos específicos, tendo sido, portanto, adequados à perfeita condução das ações em pauta no programa. Os recursos foram liberados ao longo do exercício em fluxo compatível com a programação, tendo havido alguma adequação do fluxo para a condução dos projetos. A revisão no orçamento da Petrobras, embora aparentemente suscitasse alto impacto no programa, foi na verdade conseqüência da atuação gerencial visando resguardar os resultados pretendidos.
O desempenho dos parceiros tem se mostrado um pouco abaixo do padrão requerido, mas ainda não pode ser considerado fator crítico para o sucesso das ações em pauta. Permanece a preocupação, apontada no ano anterior, em relação à capacitação da engenharia nacional. O aumento previsto para os investimentos, no médio prazo, pode vir a saturar o mercado nacional, comprometendo a performance das empresas de engenharia nacionais.
No tocante à participação da sociedade, vale dizer que todas as ações em curso estão sujeitas a restrições de ordem institucional potencialmente altas, originadas principalmente da Agência Nacional de Petróleo -ANP e dos órgãos ambientais, ou seja, a participação da sociedade se faz fortemente por meio destes órgãos. A avaliação do público-alvo, realizada eventualmente por sistema de consulta, não tem como foco as ações propostas, mas sim os resultados pretendidos, notadamente nas vertentes ambiental e social.
Quanto à qualidade e tempestividade das informações, por tradição, a Petrobras busca o contínuo aperfeiçoamento de seus sistemas de informação, fato este que vem respaldado pela recente decisão de adoção do Sistema de Acompanhamento SAP-R3, que integrará ainda mais as áreas da empresa, permitindo maior uniformidade no trato dos dados e consolidando os mesmos, quase sempre, em tempo real.
Embora não possam ser classificadas exatamente como restrições, algumas licitações apresentaram certas surpresas com pequeno impacto na implementação do programa. Destacam-se neste caso o atraso na assinatura do contrato para projeto e fornecimento de equipamentos para as novas unidades da Refap (face a troca de ativos com a empresa espanhola Repsol), as licitações de obras civis das unidades da Refap e a licitação de construção e montagem do HDT da Reduc. Entendemos, no entanto, que estes atrasos não devem se prorrogar ao longo de 2002, estando prevista uma recuperação dos mesmos.
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Verificar a necessidade de alteração dos indicadores, face à dificuldade apontada na apuração como decorrência da execução das ações do programa.
Promover ação integrada integrada com o Programa Promoção do Desenvolvimento Tecnológico do Setor Petrolífero, com a participação da Agência Nacional de Petróleo - ANP, para identificar medidas visando a garantia de performance das empresas de engenharia nacionais no médio prazo.
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