


O programa tem por objetivo aumentar a oferta de produtos básicos da indústria petroquímica para atendimento ao mercado. A estratégia de implementação consiste em aumentar o valor agregado de correntes do refino ou de gás natural como insumo da indústria petroquímica, por meio de parcerias com empresas privadas visando integração do refino com a primeira e segunda geração do setor petroquímico.
Constam do programa oito ações, mas apenas três tiveram orçamento para 2001: ampliação e modernização da fábrica de fertilizantes nitrogenados (concluída), implantação de complexo de ácido acrílico de 160.000 t/ano na Refinaria Henrique Lage (SP) e implantação de Pólo Gás-Químico no Rio de Janeiro com capacidade de produção de 500.000 t/ano de eteno. Estes dois últimos projetos não alcançaram as metas programadas para 2001. O projeto Complexo de Ácido Acrílico encontra-se em fase de negociações para a formação de uma joint-venture. Quanto ao Pólo Gás-Químico no Rio de Janeiro, o orçamento aprovado previa liberação de financiamento para fazer frente às necessidades do projeto ao longo de 2001. Como a liberação não ocorreu, os acionistas forneceram recursos superiores ao previsto (ampliação do equity) para realização das obras civis e terraplenagem.
O indicador do Programa Participação da Produção Nacional de Petroquímicos Básicos no Consumo de Produtos Básicos da Indústria Petroquímica, que no início do plano era de 80% passou para 92%.
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