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Capacitadas por meio da realização de cursos e seminários 525 pessoas, em tecnologias apropriadas às comunidades extrativistas. |
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Implantação do controle informatizado do transporte de produtos e subprodutos florestais, que deverá estar operando no início de 2002 em toda a região amazônica. |
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Monitoramento de 2.000 empresas exportadoras de produtos florestais. |
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Desenvolvido projeto arquitetônico e estrutural para a construção de módulos habitacionais, em madeira, para população de baixa renda. |
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Treinados e capacitados cerca de mil pessoas entre técnicos do Ibama, organizações estaduais de meio ambiente e outras instituições públicas e privadas, estudantes e profissionais liberais, em 40 cursos de manejo florestal na Amazônia Legal. |
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Realizadas vistorias de campo em 1.400 planos de manejo florestal e 900 em áreas autorizadas para desmatamento, na Região Amazônica. |
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Acompanhamento de campo em cerca de 300 projetos e processos para atender ao Ministério Público e averbação de reserva legal. |
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Iniciada a implantação do Sistema de Controle de Produtos Florestais - Sisprof, em 05 estados da Amazônia Legal; |
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Concluídos estudos de valoração econômica das Flonas de Saracá-Taquera (PA) e Carajás (PA). |
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Criadas dez novas Florestas Nacionais, totalizando 1.306,336 hectares. |
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Após dois anos de implementação do Programa Florestas Sustentáveis, faz-se necessário rever alguns indicadores estabelecidos originalmente em função das dificuldades encontradas na realização dos trabalhos de manejo, dificuldades de acesso, desgaste de equipamentos e inadequado contingente de pessoal na região Amazônica.
A ação "Manejo de Recursos Naturais em Florestas Tropicais" (PPG-7), é a única ação desenvolvida através de contratos com acompanhamento direto do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente. As demais ações são implementadas diretamente pelo Ibama.
Os recursos financeiros liberados foram suficientes para o cumprimento do cronograma financeiro de implantação do programa - apesar deste ter sido reformulado várias vezes para adequar-se ao limite financeiro estabelecido para o Ibama.
O Ibama buscou apoio de recursos humanos através de contratação temporária de 75 engenheiros florestais, via Projeto PNUD. Existe uma participação da sociedade no Programa, através dos conselhos consultivos das unidades formados por integrantes dos órgãos públicos, órgãos não-governamentais, órgãos de pesquisa e representantes das comunidades locais na ação "Uso Múltiplo dos Recursos das Florestas Nacionais".
Foram criadas: Câmaras técnicas para avaliação de parâmetros dos planos de manejo; Câmara setorial para avaliação do uso sustentável dos recursos florestais e câmara setorial para avaliação de desmatamentos e queimadas, no âmbito das ações "Monitoramento dos Planos de Manejo das Florestas Sustentáveis" e "Plano para Ordenamento e Manejo de Recursos Florestais".
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O Programa Florestas Sustentáveis apresenta uma concepção adequada para atingir o objetivo de promover o uso sustentável dos recursos florestais, conciliando os interesses da exploração comercial com a necessidade de sua preservação. Entretanto, faz-se necessário adequar a infra-estrutura disponível para o monitoramento e controle das florestas naturais brasileiras.
Recomenda-se a aquisição de equipamentos com tecnologia moderna, sistema de informações geográficas e análises de dados, equipamentos para expedição em florestas, radiocomunicação e outros, que são essenciais para a execução das ações do programa e, em geral, insuficientes nas unidades descentralizadas do Ibama.
A insuficiência crônica de pessoal de nível técnico, também precisa ser resolvida para que se garanta a adequada execução do monitoramento dos planos de manejo.
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