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Obtenção de 33 blocos exploratórios em águas profundas no setor americano do Golfo do México, por meio dos certames licitatórios Lease Sale 180 e 181, realizado pelo Minerals Management Services - MMS, órgão do governo americano. |
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Aquisição de participações nos blocos exploratórios Fusagasuga e Villarrica na Colômbia, localizados nas imediações do bloco Boquerón, que contém a descoberta do campo de Guando, realizada pela Petrobras no ano 2000. Além destes, foram contratados os blocos Rio Guape e Tierra Negra, de excelente potencial exploratório. |
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Conclusão do processo de venda da Petrobras UK para a companhia Enterprise por US$ 157 milhões, com o lucro líquido de US$ 85 milhões. |
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Obtenção de 15% de participação no bloco 34, localizado em águas profundas de Angola. |
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Aquisição de 691 postos de serviços e capacidade de refino de 30,5 mil barris diários na Refinaria de Bahia Blanca na Argentina, como resultado da troca de ativos entre a Petrobras e a Repsol-YPF. |
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As ações do programa no âmbito das atividades de exploração e produção são: Apropriação de Reservas de Óleo, Condensado e Gás Natural no Exterior; e Produção de Óleo, Líquidos de Gás Natural no Exterior. Quanto às atividades de downstream, as ações são: Incorporação de Refino no Exterior; Implantação de Estabelecimentos Operacionais - BR Aviation no Exterior; e Implantação de Rede de Postos de Serviços no Exterior.
Algumas ações ficaram acima do esperado, tais como Implantação de Rede de Postos de Serviços no Exterior e Apropriação de Reservas de Óleo, Condensado e Gás Natural no Exterior. Entretanto, a Produção de Óleo e Gás Natural no Exterior e a Incorporação de Refino no Exterior ficaram abaixo do esperado.
Para alcançar índice previsto para o final do Plano, a empresa tem desafios a superar, tais como a aquisição de reservas em produção nos Estados Unidos, para o alcance da meta da ação Produção de Óleo e Gás Natural no Exterior (222,5 mil barris de óleo equivalente); bem como a aquisição de refino nos Estados Unidos, para o atendimento das metas da ação Incorporação de Refino no Exterior.
Tomando-se em conta o enriquecimento do portfolio de exploração e produção durante o exercício 2001, quer pela venda dos ativos desalinhados do Plano Estratégico, quer pela assinatura de contratos para novos blocos exploratórios nos Estados Unidos, Angola, Nigéria e Colômbia; bem como a consecução do negócio de troca de ativos entre a Petrobras e a Repsol-YPF, pode-se afirmar que os resultados foram satisfatórios, na medida em que contribui para consolidar o cenário de crescimento da Companhia no exterior.
A carteira atual dos ativos de exploração e produção da Petrobras no exterior não permitirá alcançar o índice previsto para ação "Produção de Óleo, Líquido de Gás Natural no Exterior" até o final do Plano, devido aos ciclos mais longos, particularmente para os projetos de águas profundas. Revisões mais recentes recomendam ações mais agressivas no sentido de se comprar ativos em desenvolvimento/produção ou mesmo a aquisição de uma companhia de petróleo. Ação neste sentido está contemplada no Plano Anual de Negócios da Petrobras para o exercício de 2002.
Além dos principais resultados já destacados, vale dizer que o programa desenvolveu atividades em 11 países (Angola, Argentina, Bolívia, Cazaquistão, Colômbia, Cuba, Estados Unidos, Guiné Equatorial, Nigéria, Reino Unido e Trinidad e Tobago), associada a 60 companhias de petróleo e com direitos em 130 contratos, nos quais a Petrobras é operadora em 52. A produção média diária no exterior foi de 68,4 mil barris de óleo equivalente (boe). A reserva provada, pelo critério SPE, ao final de 2001 é de 979,19 milhões de barris de óleo equivalente de reservas provadas, apropriando 314 milhões de boe.
No desenvolvimento da produção foram perfurados 30 poços, apresentando-se índice de sucesso de 97% e foram investidos US$ 104 milhões, com ênfase para a conclusão, em janeiro de 2001, da primeira Planta de processamento de gás natural do campo de San Alberto, na Bolívia, operada pela Petrobras, e cuja produção é destinada ao mercado brasileiro, através do gasoduto Bolívia-Brasil. Sua capacidade de processo é de 6,6 milhões de metros cúbicos de gás natural e de 4,3 mil barris de condensado por dia. A Petrobras possui 35% de participação no projeto. Uma segunda planta, semelhante à primeira, está sendo construída, com investimentos de US$ 36 milhões no ano.
As refinarias de Santa Cruz e de Cochabamba da Empresa Boliviana de Refinación - EBR na Bolívia (Petrobras - 70%) processaram uma média de 30 mil barris por dia (parcela Petrobrás: 21 mil bopd), aproximadamente 63% da capacidade nominal das duas unidades, propiciando faturamento estimado bruto de US$ 587,8 milhões (Petrobras: US$ 411 milhões).
Entre os resultados esperados até 2003, destacam-se o aumento da produção diária para 229,5 mil barris de óleo equivalente no exterior, desde que a Companhia seja bem-sucedida na compra de ativos ou mesmo companhia no Golfo do México; o aumento das reservas de petróleo da Petrobras no exterior para 1,96 bilhão de barris de óleo equivalente; e o aumento da capacidade de refino no exterior para 161 mil barris diários.
Os recursos financeiros aplicados no programa são resultantes das receitas dos ativos em produção e de financiamentos ou de aportes da holding, tendo sido até o presente suficientes para o desenvolvimento das atividades.
A quantidade de recursos humanos para o desenvolvimento do programa é inadequada. A Petrobras, em geral, está vivenciando este problema, devido ao longo período sem contratações que permitissem a ampliação dos seus quadros, sobretudo para atender as demandas do seu Plano Estratégico, afetando a Área Internacional a partir de 2001. O Plano Estratégico demanda crescimento internacional da Companhia, exigindo, por conseguinte, a dedicação de competências específicas em quantidade e qualidade. O aspecto crítico está na quantidade.
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