Avaliação dos ProgramasMacroobjetivos15 - Assegurar o Acesso e a Humanização do Atendimento na SaúdeGestão da Política de Saúde
  

Realização Física e Financeira Custos



Implantação de mais de 140 consórcios intermunicipais de saúde, envolvendo cerca de 1.600 municípios.

Edição da Revista de Promoção da Saúde, de periodicidade trimestral, encaminhada para mais de 3.500 municípios, e da Revista Nova Escola, cuja tiragem é de 600.000 exemplares.

Implementação, com o apoio do Departamento Nacional de Trânsito, da proposta de intervenção para a redução da morbimortalidade por acidentes de trânsito.

Realização do projeto Saúde no Ar, que veicula mensagens de promoção da saúde em mais de 1.600 rádios comunitárias e comerciais do País, alcançando mais de 2.000 municípios.

Realização de programas relacionados à saúde para o TV Escola e o Viva Legal, veiculados pela TV Futura, para as escolas de todo o Brasil.

Realização de campanhas informativas e produção de materiais educativos sobre a promoção da saúde em nível nacional.

Início da execução do projeto de Fortalecimento e Apoio ao Desenvolvimento Institucional da Gestão Estadual do Sistema Único de Saúde.

Início de 79 cursos de especialização, envolvendo todas as unidades da federação e 40 universidades.



O programa envolve ações referentes a diversas atividades e áreas permanentes do Ministério da Saúde, tais como o Serviço de Processamento de Dados do SUS - Datasus e o Conselho Nacional de Saúde, para os quais a manutenção da ação ou área já constitui o resultado esperado. Não há indicadores para o programa como um todo, uma vez que não há um eixo norteador de todas as suas ações. Dessa forma, a única maneira de avaliar o programa é mediante a análise dos resultados das ações individualmente. Nesse sentido, os índices previstos vêm sendo alcançados, com cumprimento de metas físicas em torno de 90% a 100%. O programa não tem caráter finalístico, de modo que não envolve um público-alvo específico.

Houve expansão da Rede Nacional de Informações em Saúde - RNIS, incorporando mais municípios. Foram realizadas importantes reuniões, tais como a Reunião Nacional da RNIS, em janeiro e o 5º Seminário Técnico da RNIS, em setembro. A Rede Intergerencial de Informações para a Saúde - Ripsa, por sua vez, manteve-se ativa graças à atuação da Organização Pan-Americana da Saúde. Também vale destacar que o Conselho Nacional de Saúde desempenhou ativamente seu papel de órgão central da participação social no âmbito do SUS, realizando, além de suas assembléias ordinárias, as Conferências Nacionais de Saúde Mental e de Saúde da População Indígena, eventos fundamentais para discutir as políticas de saúde em cada tema, reunindo representantes de todo o País.

Este programa, juntamente com o Departamento Nacional de Trânsito - Denatran, do Ministério da Justiça, implementou proposta de intervenção para a Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito. Esta proposta envolverá, em sua primeira etapa, regiões metropolitanas de 12 estados, englobando 184 municípios nos quais a incidência de acidentes de trânsito é maior. A principal estratégia da proposta é a educação e conscientização dos condutores de automóveis, por meio de cursos, oficinas de trabalho e publicidade, entre outros, com ênfase para os condutores profissionais.

A ação "Campanha Nacional de Prevenção da Morbimortalidade por Causas Externas", como já ocorrera no ano de 2000, teve alguns problemas com questões relacionadas a contratos e convênios, em particular no tocante à demora na aprovação dos mesmos e na liberação de recursos, afetando a continuidade de ações que vêm sendo implementadas em conjunto com as secretarias estaduais de saúde e outras instituições.

Outro problema enfrentado é a falta de vinculação da figura do gerente, e da própria gerência, à estrutura regimental do Ministério da Saúde. Esta situação dificulta uma atitude no sentido de efetivamente administrar as ações contidas no programa, implicando que o gerente tenha como único papel a transferência das informações coletadas no Sistema de Informações Gerenciais do PPA. A gerência deveria estar localizada dentro do órgão central de planejamento do Ministério da Saúde, ou seja, sua Secretaria Executiva.

Foi realizada articulação e pactuações voltadas ao desenvolvimento de forma descentralizada e com ampla participação de instituições de ensino e dos gestores, de especialização de equipes gestoras de sistemas e serviços de saúde das secretarias municipais e estaduais de saúde, otimizando as capacidades de administrar, gerir e dirigir as respectivas atividades nas secretarias de saúde.




Promover maior infra-estrutura de material e recursos humanos, pois a gerência resume-se à figura do gerente. É necessária uma equipe específica para tornar viável o planejamento, monitoramento, controle e avaliação das ações desenvolvidas, de modo que a gerência participe do processo de implementação das ações, em suas diferentes etapas.


Hospitais de Ensino