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Diminuição de 33% no número de casos de malária, em relação a 2000. |
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Diminuição de 46% da incidência de malária falcíparum. |
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Redução do tempo entre os primeiros sintomas e o diagnóstico e tratamento em até 24 horas. |
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Redução de 60% da malária em área indígena no período de 2000/2001. |
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Redução em 36% no número de internações por malária. |
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O programa obteve redução de 32,89% dos casos de malária, em 2001, quando comparado ao índice apurado em 1998, registrando-se 322.613 casos. Todos os estados reduziram a incidência de malária no período 2000/2001, com os seguintes índices: Acre -66,36%; Amazonas -58,25%; Amapá -22,24%; Maranhão -45,80; Mato Grosso -48,75%; Pará -38,84%; Rondônia -6,52%; Roraima -55,96%; e Tocantins -30,4%.
A redução da incidência da malária falcíparum, a forma mais grave da doença, ocasionou a diminuição do número de óbitos em 72%. Na década de 80 mais de 50% de todas as notificações era de malária falcíparum, em 2001 esta proporção passou para 18,6%.
O Plano de Intensificação das Ações do Programa de Controle da Malária - PIACM é um dos grandes responsáveis pelo controle da doença, porém sua ação só está sendo possível, por meio de maior descentralização das ações e de seu financiamento fundo a fundo.
A regularização da compra e abastecimento de antimalárico é outra ação que vem contribuindo para a redução da incidência, além da inclusão do diagnóstico e tratamento na rede de assistência de estados e municípios, o que tem contribuído para a diminuição do tempo de diagnóstico e tratamento do paciente com malária, ocasionando a diminuição do número de casos graves e de internações. Isto é importante, pois além de evitar o óbito, os doentes não necessitam se afastar, em média, entre 15 a 20 dias, de suas atividades.
Dos casos de malária, 99,7% são diagnosticados na Amazônia Legal, sendo que 93% ocorrem em 254 municípios.
O cumprimento das metas físicas situou-se entre 90% e 100%. Ocorreram problemas com relação à liberação de recursos por meio de convênios. Apenas as ações de drenagem em áreas endêmicas e manejo ambiental e cerca de 10% da ação de capacitação são financiadas por meio de convênios.
Não existe sistema de consulta direta à população, porém o programa possui acompanhamento do desempenho e avaliação trimestral que envolve as secretarias estaduais de saúde. Os estados também desenvolvem, junto aos municípios, um sistema de avaliação com periodicidade trimestral.
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Adequação das estruturas das secretarias estaduais de saúde de alguns estados e municípios, a fim de manter as equipes em campo e agir prontamente frente a um surto.
A qualificação continuada de recursos humanos nos estados e municípios.
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