Avaliação dos ProgramasMacroobjetivos15 - Assegurar o Acesso e a Humanização do Atendimento na SaúdePrevenção e Controle das Doenças Imunopreviníveis
  

Realização Física e Financeira Indicadores Custos



Vacinação contra hepatite B em 95% das crianças menores de 1 ano de idade.

Redução da incidência de tétano neonatal de 41 casos em 2000 para 36 casos em 2001.

100% de cobertura vacinal nas duas etapas da Campanha Nacional contra Poliomielite.

Cumprimento dos critérios de vigilância epidemiológica das paralisias flácidas agudas, tendo sido notificado o índice esperado: 1 caso por 100.000.

Nenhum caso autóctone de sarampo, mantendo a proposta de erradicação da doença no País.



Este programa tem como principal objetivo o controle e a erradicação de doenças como a poliomielite, o sarampo, o tétano, a hepatite B e outras, mediante a imunização sistemática da população. Sua execução foi feita descentralizando-se as ações em 100% dos municípios, atendendo à demanda de rotina em 22.700 salas de vacina e, nas campanhas nacionais, em 130 mil postos de vacinação, além de contar com contingente em torno de 500 mil pessoas para executar as ações.

As ações propostas estão integradas ao objetivo de prevenir e controlar as doenças imunopreveníveis. A aquisição de imunobiológicos, com o acondicionamento de qualidade, permitiu a distribuição de vacinas para atendimento de todas as estratégias propostas, viabilizando o alcance de altas coberturas vacinais na população-alvo, possibilitando os resultados apresentados. Ressalta-se o excelente trabalho realizado pelo grupo-tarefa contra o sarampo, contratado pela Fundação Nacional de Saúde - Funasa, que atuou em todas as unidades federadas, realizando trabalho integrado com as equipes de imunizações.

Em relação à incidência de casos de paralisia flácida aguda, outro grupo-tarefa foi estruturado, porém regional, o que incrementou a vigilância.

O programa procurou obter agilidade, uniformidade e confiabilidade das informações por meio de sistemas voltados para o registro diário de doses aplicadas, coberturas vacinais, taxa de abandono, doses adquiridas, doses em estoque, doses distribuídas e doses perdidas. Estes dados possibilitam a avaliação da execução de suas ações.

A partir de pesquisas de opinião realizadas, tanto pela Comunicação Social do Ministério da Saúde, quanto por outros segmentos da sociedade, identifica-se alto grau de satisfação da população e de outras instituições que acompanham as ações deste programa.

O programa conta com o apoio de entidades como a Organização Panamericana de Saúde - OPAS, Organização Mundial de Saúde - OMS, o Rotary Club Internacional, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Pastoral da Criança, a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade de Medicina Tropical e a Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, e tem nas Forças Armadas um grande aliado que atua nas áreas de fronteira ou áreas de difícil acesso. E ainda se tem o apoio de profissionais de entidades de classe que participam na execução das ações, contribuindo para a formação da opinião pública a respeito do programa.




Aumento do quantitativo de recursos humanos nos estados e municípios.


Prevenção e Controle das Infecções Hospitalares