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Formação de nove pilotos navais de combate em asa fixa (avião). |
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Formação de 251 oficiais da Marinha na Escola Naval e Centro de Instrução Almirante Wandenkolk. |
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Especialização e aperfeiçoamento de 393 oficiais no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk; Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval; Centro de Instrução e Adestramento Almirante Átilla Monteiro Ache e outras organizações militares. |
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Formação de 182 oficiais nos cursos de Altos Estudos de Política e Estratégia pela Escola de Guerra Naval. |
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Formação de 3.591 praças e especialização e aperfeiçoamento de 3.615, nas Escolas de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco, Ceará, Espírito Santo e Santa Catarina, Centros de Formação de Soldados Fuzileiros Navais e Centro de Instrução Almirante Alexandrino. |
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A perspectiva quanto a quantidade de alunos que iriam se matricular nos diversos cursos ministrados na Marinha do Brasil - MB foi concretizada, em conformidade com o planejamento efetuado no exercício anterior.
Os recursos orçamentários destinados ao ensino naval, sofrendo cortes a cada ano, apontam para uma possível redução das metas físicas das ações do programa e conseqüente comprometimento do índice previsto para o indicador ao final de 2003. Contudo, até o presente e devido ao caráter estratégico do programa, a expectativa é de que sejam mantidas as metas físicas programadas de modo a permitir o fluxo regular de ingresso e de carreira na Marinha do Brasil.
A Marinha conseguiu alcançar a sua principal meta de ensino para 2001, qual seja, formar o quantitativo de 9 pilotos navais de combate em asa fixa para guarnecer suas aeronaves AF-1. Essa meta encontra-se inserida no contexto da ação "Especialização e Aperfeiçoamento de Oficiais". Por outro lado, haverá a necessidade de investimento em preparação do pessoal mais habilitado para a manutenção e apoio dessas aeronaves e meios navais a elas vinculados. Os recursos orçamentários disponibilizados são insuficientes para atender em sua plenitude as necessidades exigidas para uma ótima formação/especialização no Sistema de Ensino Naval. Para se executar adequadamente as ações do Ensino Profissional da Marinha, vários remanejamentos de recursos financeiros são efetuados durante o exercício financeiro. Caso não se dispusesse desse instrumento administrativo, o programa teria obrigatoriamente que reavaliar as suas metas.
Os recursos financeiros liberados não foram suficientes para adquirir os meios instrucionais necessários ao atendimento da demanda dos diversos Centros de Instruções da Marinha e das Escolas de Aprendizes-Marinheiro. Foram, também, escassos os recursos destinados ao pagamento de docentes, obrigando o gerente a realizar remanejamentos a fim de evitar que o Ensino Naval se tornasse inadimplente.
Os recursos foram disponibilizados no início do exercício financeiro, entretanto, foram alocados com valores aquém do solicitado. O Sistema de Ensino Naval permaneceu sofrendo com a alocação de recursos insuficientes para atender a verdadeira demanda. Contudo, todas as ações tiveram desempenho dentro do previsto quanto ao alcance da meta física. Isto se deve, primordialmente, à sistemática de planejamento existente na Marinha.
Embora possuindo recursos aquém da necessidade, as ações estão sendo executadas, senão qualitativamente, ao menos quantitativamente dentro do esperado.
Por meio de inquéritos pedagógicos e dos sistemas de avaliação foi possível constatar a pouca satisfação das organizações militares operativas e de apoio para onde se dirigem os alunos recém-cursados nos diversos Centros de Ensino da Marinha do Brasil. Isto se manifesta devido ao baixo ritmo de modernização dos recursos instrucionais e, principalmente, pela demissão de professores, impedimentos de concursos públicos e da inexistência de recursos financeiros para contratação de professores substitutos.
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Agregar um indicador que mensure a qualidade do ensino prestado pelo programa, uma vez que o atual indicador restringe-se aos aspectos quantitativos da formação/qualificação do pessoal.
Dotar as ações dos recursos necessários à sua consecução, evitando o remanejamento entre programas/ações e conseqüente distorção da estrutura de programa que é apresentada à sociedade.
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