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Obtenção pelo Instituto Militar de Engenharia do conceito "A" no Exame Nacional de Cursos do Ministério da Educação. |
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Implantação dos níveis de pós-graduação nos cursos de Aperfeiçoamento e Altos Estudos Militares. |
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Realização dos Estágios de Atualização Pedagógica e Administração Escolar para comandantes e agentes de ensino. |
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Implantação do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx), à distância. |
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Reformulação do sistema de ensino adotado para os cursos do Centro de Estudos de Pessoal - CEP. |
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Reformulação da seqüência do ensino de idiomas no Exército. |
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Implantação do desenvolvimento e da avaliação dos atributos da área afetiva do Ensino Militar. |
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Melhoria da rede de transmissão de dados do Sistema de Ensino. |
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Este programa tem como público-alvo os alunos matriculados nos noventa estabelecimentos de ensino do Exército, sendo que as ações que o compõem estão relacionadas com ensino de caráter preparatório e assistencial, de especialização e extensão, de formação e aperfeiçoamento, de altos estudos militares e o voltado para a área de ciência e tecnologia. Os cursos abrangem do Ensino Fundamental ao Ensino Superior, inclusive Doutorado, passando pelo Aperfeiçoamento. As Especializações apresentam uma variada gama de cursos e estágios, tais como: Piloto, Guerra na Selva, Pára-quedista, Comandos, Educação Física, Observador Aéreo, Mestre de Salto, Precursor Pára-quedista, Mecânicos dos mais variados equipamentos, entre tantos outros.
Os alunos realizam exercícios no terreno, manobras e inúmeras operações com transporte terrestre, aquático, fluvial, marítimo e aéreo. Tudo com um mínimo de acidentes. O universo e a faixa etária dos alunos são bem diversificados, pois envolvem desde os alunos do primeiro ano do ensino fundamental (matriculados nos doze colégios militares existentes no território nacional) até os alunos matriculados nos cursos de altos estudos militares, voltados para capacitar oficiais superiores para as funções da Alta Administração do Exército. O efetivo anual em cursos, presenciais ou à distância, ultrapassa 33 mil alunos.
No ano de 2001, o Departamento de Ensino e Pesquisa DEP buscou aprimorar os mecanismos de apuração das metas (aluno matriculado e aluno formado) das ações que cada estabelecimento de ensino utiliza para desenvolver suas atividades.
Dentro do processo de modernização do ensino, os estabelecimentos de ensino foram equipados com materiais diversos, com equipamentos de informática e com meios auxiliares de instrução. Salas de aula foram modernizadas e currículos e programas de ensino foram revistos de modo a melhorar a qualidade do ensino, dentro daquilo que foi possível realizar para aquele que é o centro do ensino/aprendizagem: o aluno.
Entretanto, a qualidade do ensino vem se deteriorando com os sucessivos cortes e contingenciamentos ao longo dos últimos anos. Os limites estabelecidos estão muito aquém da real necessidade de cada escola. Em função de dificuldades no programa de Apoio Administrativo foi necessário utilizar recursos da área finalística para cobrir necessidades administrativas relacionadas com o ensino, sob o risco de estabelecimentos de ensino pararem de funcionar por falta de pagamento de luz, água, telefone, etc. Créditos adicionais foram solicitados, porém não foram atendidos. Além disso, os recursos financeiros não acompanharam a distribuição do orçamento. Esta descontinuidade tornou necessária a realização de sucessivos ajustes no planejamento, levando à negociação com os fornecedores, o que gerou sobressaltos e riscos de realizar compras com preços mais elevados em função da figura do Restos a Pagar.
Apesar das restrições, há resultados expressivos, como por exemplo, a participação do Instituto Militar de Engenharia - IME no "Provão", obtendo conceito máximo e, também, o reconhecimento dos Colégios Militares entre os melhores estabelecimentos de ensino médio e fundamental do Brasil.
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O Exército preocupa-se com a qualidade do ensino que oferece e necessita de uma dotação orçamentária que atenda a realidade do Programa "Ensino Profissional do Exército". Para tanto é importante a participação mais efetiva do gerente no processo de planejamento, orçamento e finanças do Ministério da Defesa, de forma que se possa evidenciar os problemas existentes e verificar a possibilidade de se adotar um fluxo regular de recursos.
Além disso, é importante a implantação de um sistema de informações de apoio gerencial que facilite a coleta de informações relacionadas com as diversas ações em tempo oportuno e que alcance todos os estabelecimentos de ensino do Exército Brasileiro. O referido sistema permitirá a criação de um banco de dados (memória) que certamente reduzirá os óbices causados pelas constantes transferências e mudanças na equipe gerencial. Faz-se necessário, ainda, a capacitação da equipe gerencial e dos coordenadores de ação em busca da melhoria da qualidade da informação prestada e da divulgação dos resultados do programa.
Outra recomendação pertinente está relacionada com a adoção de mecanismos de consulta ao público-alvo, como, por exemplo, realização de pesquisas de satisfação ao término dos cursos ministrados, a fim de medir o grau de satisfação.
Quanto à concepção, faz-se necessária a alteração do público-alvo "alunos matriculados nos estabelecimentos de ensino do Exército" para "Exército Brasileiro", pois os militares formados nos estabelecimentos de ensino da Força Terrestre destinam-se ao desempenho da atividade militar em suas diversas unidades. Para melhor mensurar o resultado do programa é importante a adoção de mais um indicador, passando-se a observar, também, a relação entre o número de alunos formados dividido pelo número de alunos matriculados, multiplicado por cem [I = (AF/AM) x 100].
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