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Firmada parceria com a FAO para aporte dos recursos humanos e materiais necessários à implementação do programa. |
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Esse programa envolve 23 municípios, abrangendo os estados de MG, GO e DF.
Tendo em vista que os recursos financeiros foram efetivamente liberados em outubro, foi possível realizar, neste último quadrimestre do ano, em média, apenas 10% de cada ação, exceto a capacitação de recursos humanos, que obteve uma performance de 65% de realização.
Para o cumprimento dos objetivos propostos, o programa pressupõe interagir fortemente com vários segmentos da sociedade, estimulando a criação de associações e cooperativas, mas no seu atual estágio ainda não é possível avaliar o benefício para a sociedade.
No estágio atual de implementação, as consultas estão direcionadas especificamente aos dirigentes dos municípios contemplados pelo programa. São feitas através de reuniões e seminários, com resultados satisfatórios para o programa.
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O grande desafio é implementar ações que promovam a iserção competitiva da população da RIDE, principalmente nas especificidades que envolve o entorno do Distrito Federal e que considere as diferenças sociais, econômicas e os recursos naturais da região envolve uma série de questões que necessitam de ações conjuntas do Governo Federal, de Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e dos municípios que compõem a RIDE; principalmente ações sociais, de segurança pública, de cadeia produtivas de agronegócios, de ordenamento territorial, recursos hídricos, saneamento básico, educação e saúde.
A estratégia de implementação centralizada está adequada, tendo em vista a necessidade de ampla articulação com os parceiros eleitos. Com a inserção de novos municípios, as metas físicas e financeiras devem ser reprogramadas.
Sugere-se a reestruturação completa dos programas de mesorregiões, dentre os quais este. Seria conveniente agrupá-los em cinco grupos de acordo com os Eixos Nacionais de Integração e Desenvolvimento, permitindo-lhes uma articulação maior com os programas de macrorregiões que estariam também estruturados por eixos. Assim, seria possível estabelecer prioridades de atuação e alocação de recursos dentro de cada programa para alguma mesorregião do eixo e se obter os resultados desejados, que até agora não ocorreram por questões de gestão e indisponibilidade de recursos suficientes para atender todas as demandas da sociedade. Esta seria uma das três sub-regiões com cinco ações (já existentes) de um programa denominado Desenvolvimento Sustentável Local Integrado das Mesorregiões do Eixo Araguaia-Tocantins. Da mesma forma, uma adequação da estrutura do Ministério da Integração Nacional, que permita realizar esta integração é essencial para o sucesso desta estratégia de desenvolvimento regional.
Torna-se fundamental escolher um indicador adequado para estes programas que indique realmente a implantação do novo modelo de gestão proposto na estratégia deste tipo de programa.
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