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Realização Física e Financeira Indicadores Custos



Aumento da taxa de exportações do Pólo Industrial de Manaus, de 7,4% para 10,2%.

Aumento da taxa de adensamento da cadeia produtiva do Pólo Industrial de Manaus, de 22,7% para 23,3%.

Aprovação de 277 projetos industriais, com a geração prevista de mais de 24 mil empregos diretos e investimentos de US$ 4,5 bilhões.



A taxa de exportação do Pólo Industrial de Manaus - PIM (percentual do valor das exportações sobre o faturamento do PIM), alcançou 10,2% em 2001 em relação aos 7,4% obtidos em 2000. O nível das exportações vem crescendo satisfatoriamente em relação ao índice básico do PPA de 2,3% em 1998. Essa evolução espelha o salto ocorrido no volume das exportações nos últimos três anos, que passou de US$ 266,1 milhões em 1998 para US$ 851,2 milhões em 2001, um incremento da ordem de 219,8%.

A taxa de adensamento da cadeia produtiva do PIM, percentual entre o valor do insumo local sobre o valor do insumo total, atingiu 23,3% em 2001 contra 22,7% do ano anterior. Isto demonstra tendência de recuperação, ainda que em patamar inferior ao índice básico de 25% do PPA (1998). Essa variação do índice para baixo é decorrente da queda no faturamento da ordem de 19%, com maior impacto sobre os insumos locais.

Uma das ações que mais contribuiu para o objetivo do programa foi a Concessão de Incentivos Fiscais para Projetos Industriais e Agroindustriais”, merecendo destaque os 277 empreendimentos aprovados em 2001, dos quais 76 são novos projetos, sendo 21 deles de componentes. Os 201 restantes são de diversificação, ampliação ou atualização, onde 40 são de componentes. Assim, temos 61 projetos de componentes voltados ao adensamento da cadeia produtiva.

Outra ação importante é o Fomento às Exportações do Pólo Industrial de Manaus - Pexpam. Apesar do seu crescimento, não se atingiram as metas previstas. Em 2000, foram exportados US$ 773 milhões contra a meta de US$ 1 bilhão. Em 2001 a exportação foi de US$ 851 milhões e a meta de US$ 1,2 bilhão. Em conseqüência, a ação não deverá alcançar a meta final do PPA. Entre os motivos, a falta de uma cultura exportadora, ainda em processo de formação, o tratamento tarifário diferenciado, tanto no Mercosul como nos países andinos, onde o México é o principal concorrente dos produtos do PIM.

A Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa vem buscando estimular os negócios no Pólo Industrial de Manaus, por meio de políticas e mecanismos específicos como seminários de divulgação das potencialidades e dos seus produtos, participação em missões empresariais e feiras internacionais, acompanhamento e participação em negociações internacionais no âmbito e do modelo da Zona Franca de Manaus - ZFM.




Nada a recomendar.


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